São 4 da manhã e ela fica olhando pras estrelas e observando o movimento das nuvens.
É frio e silêncio.
Dentro dela também está assim.
É um porto que não tem mais barcos.
Foram todos embora.
Só sobrou o píer, uma casinha e as ondas que, agora, batem sem pressa.
Ela vê luzes de avião, vê o tempo correr, pisca os olhos várias vezes e acaba caindo no seu sono gelado e vazio.
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